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| DebCarOli |
| Débora Carvalho de Oliveira |
29/07/2010 18:46 Orgasmo ao avesso Espasmos mais fortes do que é possível imaginar. O corpo entregue a sensações antes desconhecidas em partes que nunca foram sentidas. Não há o que fazer. Impossível lutar contra. Gemidos? Os mais intensos. Não dá pra voltar atrás, nem pedir para parar. Só resta abrir as pernas e relaxar, deixar acontecer. Isso implica respirar fundo e se entregar à dor que vai expulsar o feto do ventre e transformá-lo em um bebê, e você em mãe.
É como perder a virgindade, só que ao contrário. Ao invés de puro prazer com uma pitadinha de dor e ansiedade por não saber exatamente o que vai sentir, muita dor e ansiedade com uma pitada de prazer – pelo mesmo motivo. (Isso para quem gosta de aventura, mistério e superação)
Minha maior curiosidade era a intensidade da chamada “dor de expulsão” do feto. Agora já sei e vou contar: É como a dor de fechar a porta do carro e esquecer de tirar a mão da porta. Como dar uma martelada no prego e acertar o dedo. Ou ainda, como as agulhadas de uma anestesia local no dedão de um pé que acabou de perder a unha num acidente (aconteceu comigo no sexto mês de gestação. Até então, as cinco agulhadas da anestesia geraram a maior dor que me lembro ter sentido na vida). No caso do parto, a extensão também é maior – dentro do abdome todo até “lá embaixo”. A duração também é mais longa, e vai e volta, e vem e vai – por vários minuto... até surgir o rebento.
O momento mais interessante – chega a ser engraçado – é quando começam os espasmos espontâneos. Nessa hora, mesmo quem não é muito fã de gemidos “à la filme pornô” acaba gemendo muito. Esses espasmos são semelhantes ao orgasmo mais intenso – aquele que a gente nunca mais quer sentir de novo, porque exige muita entrega e a gente fica sem controle e pensa que vai morrer, mas ao mesmo tempo quer morrer sentindo aquilo. A diferença é no final. Acaba de repente. E tem que se entregar para a dor. Relaxar mesmo, da mesma maneira que para o prazer. No começo a gente tem que ajudar fazendo força. A enfermeira obstetra diz: “Faz força de cocô!”. Eu tentei. Acho que podiam dizer outra coisa, mas a gente pega o jeito mais rápido. É uma frase feia, mas prática. Na verdade, é o mesmo tipo de força de quando o “número dois” está ressecado. É a mesma sensação do momento de passagem da cabeça do feto – só que em outra saída. No começo a gente tem mesmo que fazer força. Se não fizer, a dor é muito maior e parece que vai rasgar tudo. Fazer força faz a dor e a sensação de que vai rasgar diminuírem, além de fazer a gente se sentir no controle, forte e poderosa.
A grande surpresa é que depois de algum tempo o corpo começa a fazer tudo sozinho. Eu levei um susto enorme. Não fosse a dor, eu teria dado muita risada de mim mesma. Ninguém me avisou que isso aconteceria. Na hora, lembrei do meu Obstetra com quem fiz o pré-natal. Ele me ajudou muito na preparação para o parto natural, mas esqueceu desse detalhe. Lembro que a Obstetra me pedia para não fazer mais força (porque estava aplicando anestesia para uma episioestemia depois que a Lara tentou por a cabeça pra fora umas 15 vezes, sem sucesso), mas eu não conseguia parar – era o corpo fazendo tudo sozinho. Nem senti as agulhadas. E, de repente, o choro do rebento invade o ambiente e rouba todas as atenções. Inclusive a das dores que se transformaram em recordação num piscar de olhos.
O pai, coitado. Se tentar ajudar, atrapalha. Lembro que na sala de pré-parto e durante o exame de cardiotocografia ele queria fazer massagem na minha barriga, um carinho para ajudar aliviar a minha dor. Em troca levou uns berros:
- Não me toca!
E quando tentava conversar para distrair:
- Cala a boca! Eu estou concentrada na dor! Fica aí quieto, não faz nada. Só não esquece de filmar.
Eu concentrada na minha aventura dolorida, analisando cada intensidade das contrações pré-expulsão do feto, e ele:
- Você está dormindo?
- Cala a boca!!
Daí ele ficou quieto. Eu já tinha avisado pra ele:
- Não espere um parto bonitinho. Parto não é bonito. É um milagre. Mas não é bonito. Eu vou sofrer, posso gritar muito. Não faço ideia do quanto vai doer, mas acho que vai ser algo horroroso e com muito sangue. E você, trate de não entrar em pânico porque vai ter que filmar tudo.
E não é que ele conseguiu?
Engraçado foi quando a bolsa estourou. Eu estava na sala deitada e a enfermeira obstetra verificando a dilatação. Perdi a cena da bolsa que estoura do nada e vasa um monte de água e a gente sai correndo pro hospital. Ele:
- Nossa! Quanto sangue!?
E a enfermeira:
- Vixe, pode ficar tranquilo que daqui vai sair de tudo, até bebê.
Eu não aguentei e dei uma gargalhada. Doeu pra caramba. Não dá pra fazer piada diante de uma parturiente, né?
Outra coisa bem esquisita é que nos filmes e novelas a gente vê as mulheres respirando bem rápido durante as contrações. Mas no hospital me ensinaram a respirar com bastante calma, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Inspira, segura e solta, bem devagar e concentrada. Isso ajudou bastante, pois alivia as dores e relaxa. É como comparar um comercial de Casas Bahia com um comercial da Natura ou O Boticário.
E assim como o sexo de vídeo, filme, novela não é como na vida real, o parto também não é. É tudo mais lento, mais intenso, diferente mesmo. Amamentar e cuidar do bebê também. Não é só dar o peito, trocar fraldas e dar banho. É preciso massagear os seios, cuidar do mamilo, e tem até um jeito certo para o bebê mamar sem machucar. Demorei três dias para aprender amamentar – com as orientações do Banco de Leite. Mas agora, está tudo bem tranquilo.
Ah, como tudo foi tão perfeito na gestação e no parto, ela tinha que nascer com a cara toda vermelha e inchada. Foi a força para nascer... e bebês nascem inchados mesmo. Achei a garotinha tão feinha quando olhei pra ela pela primeira vez! Ela tinha um orelhão e um narigão que a primeira coisa que pensei foi numa poupança para plástica. Santa ignorância. Apenas seis horas depois ela já estava desinchada. No dia seguinte, nem parecia a mesma garota. A cabeça ficou bem menor. Ela perdeu 300 gramas, mas recuperou o peso do nascimento e cresceu 3 cm em apenas 9 dias de vida – sendo que o normal é com 15.
Durante os três dias de banho de luz, eu ficava lá durante o dia, para amamentar, e vinha dormir em casa à noite. Algumas mães perguntavam como eu tinha coragem. Não sei, simplesmente achei mais sensato. Não tinha sentido eu ficar toda acabada, já que para acompanhar a Lara teria que passar dia e noite na mesma poltrona – já que eu estava de alta e não tinha mais leito.
Assistindo a coleta de sangue na veia da mão (para verificar o grau da icterícia e a evolução do tratamento), as enfermeiras disseram que eu era muito calma, pois muitas mães ficavam desesperadas ao ver furar a veia do filhinho.
- Imagina. Ainda bem que tem como ver se tá tudo bem, e ainda bem que tem vocês para fazer isso, né? Ruim seria não ter tratamento.
Acabei dizendo isso para outras mães cujos filhos ficaram internados mais tempo. A filha da minha colega de quarto descobriu que estava com uma bactéria de infecção urinária da mãe, e precisaria ficar internada mais duas semanas. A mãe quase chorando de angústia e eu disse:
- Nossa! Que bom que os médicos descobriram isso antes dela ter alta! Assim ela vai ser tratada. Já pensou se você vai embora com ela sem saber dessa infecção?
Na hora a mãe parou de chorar e disse:
- É verdade. Você tem razão. Ainda bem mesmo.
Eu nunca fiquei internada nem nada. O que sofri de mais sério na vida foi ter deslocado os ossos do braço direito aos cinco anos de idade (salvando meu irmão mais novo de uma queda num tanque de lavar roupa que estava solto na nova casa alugada), e um escorregão que levei no banheiro e acabei chutando o trilho do Box e perdi a unha do dedão. Já sofri batida de carro que amassou a metade, quase caí de um penhasco na praia... mas nada grave aconteceu. Minha primeira internação foi agora, para parir.
Eu fiquei admirada com a cultura que a gente tem sobre partos em geral. Me lembro que assim que o pessoal do condomínio soube que eu estava grávida, cada mulher vinha me contar uma história. Umas diziam:
- Não dói nada. Parto normal é tranquilo. O meu foi...
(e lá vinham duas horas de relato).
Teve uma que até viveu uma piada. Ela não sabia nada de nada. Mal sabia como engravidara (na época – 40 anos atrás). Então, foi ao banheiro fazer xixi e a bolsa estourou. Ela não sabia do que se tratava e apenas contou do “xixi estranho”. Daí, alguém perguntou: - Por que você não me contou que a bolsa estourou? E ela respondeu: - Mas eu não levei bolsa pro banheiro.
Também ouvi histórias de quase morte, de cesarianas com recuperação terrível, e relatos de que parto normal é a coisa mais horrível do mundo. Que eu deveria fazer cesariana para não sofrer.
No hospital ouvi dizer – de quem havia tido quatro partos normais e o último cesariana – que cesariana é a pior coisa, pois a recuperação dos pontos é terrível.
Sobre leite, uma senhora me disse: você tem que beber bastante leite para ter leite. E depois que ela nascer, tem que tomar canja para ter leite. – O que é canja? (Eu juro que não sabia. Nunca tomei isso.)
Mas caramba! Essa conversa toda não faz o maior sentido. As especialistas do banco de leite informaram que toda mãe produz leite saudável. Meu Obstetra me explicou como me preparar para um parto natural. O importante é saber que a gente vai sofrer, mas precisa estar relaxada. Não dá para tentar aliviar a dor, lutar contra ela – isso sim faz doer muito mais. E a gente precisa sentir o corpo. Não tem nada que respirar rápido, fazer tudo correndo. Não. É devagar, lento. Bem diferente dos vídeos. Mesmo o montão de vídeo que tem no YouTube. Tem parto bonito, parto horrível... Mas eu acho que optar por uma cesariana sem necessidade biológica pode ter ligação psicológica com algum medo de enfrentar o desconhecido descontrolado.
Meu marido disse:
- Amorzinho, agora você provou que é macho. Estou muito admirado de como você aguentou tudo aquilo sem se esguelar. Eu pensei que você ia morrer, e você ali, calminha, controlada. Parabéns!
E parabéns mesmo. Agora me sinto muito mais poderosa do que antes. Não posso dizer que foi o maior sofrimento que tive na vida. Afinal, foi uma escolha minha engravidar. Mas posso dizer que se consegui passar por esse momento de forma consciente e sem berrar feito louca, se consegui encarar sem pirar (como algumas mulheres me relataram), acho que consigo encarar qualquer coisa.
Agora não vejo a hora de acabar essa fase chamada “puerpério”, dieta, resguardo e voltar a namorar o maridão para desavessar esse orgasmo tão intenso que senti. Será que vai ser como foi a primeira vez? Não faço ideia... só sei que o jeito é relaxar e deixar a vida acontecer. E por mais que seja necessário estar no controle durante um bom tempo, treinando e se preparando, chega a hora em que para sentir os intensos espasmos da vida a gente tem que abrir mão do controle. Então, tudo acontece naturalmente –horrorosa e maravilhosamente. Débora Carvalho de Oliveira | comentários(0)
12/11/2009 16:27 O microvestido  2006 >> Chanel confirma: Microvestido agora é elegante : “…e fez da mulher Chanel uma moça que é chique mostrando as pernocas”.
No dia 22 de outubro a estudante Geisy Arruda, de 20 anos, foi hostilizada pelos alunos da sua universidade, a Uniban. Dos detalhes, todos já estamos a par, pois o ocorrido foi e tem sido amplamente discutido pela mídia – tanto em jornais quanto em programas abertos a debates e entrevistas.
Quem está certo e quem está errado? – Cada um tem uma opinião. Mas, se a gente for pensar na raíz do problema, o cerne da questão está no regulamento da instituição. O que aconteceu foi o resultado da ausência de regras da Uniban.
Digo isso com experiência de causa – só que ao contrário. Estudei em uma instituição que definia muito bem os limites dos alunos – desde o tipo de roupas e acessórios proibidos, ao linguajar. Do Fundamental II à faculdade de comunicação, estudei numa instituição confessional – a Rede de Educação Adventista. Não nos era permitido pintar as unhas com esmaltes de cores fortes, nem o uso de maquiagem forte, joias e bijuterias. O uso do uniforme era rigorosamente fiscalizado. Até mesmo o tamanho da saia das garotas. No máximo quatro dedos acima dos joelhos. As monitoras ficavam de olho e mandavam as mais “safadinhas” desenrolarem a saia sempre que viam. Às vezes não adiantava, porque elas desenrolavam na frente dela e lá na frente enrolavam de novo, especialmente na saída do colégio. Mas aí já estavam fora dos portões…
Na faculdade, o Unasp – Centro Universitário Adventista de São Paulo, as regras também eram bem definidas. Nada de tecidos transparentes, nem blusas ou vestido de alcinha. Saia no máximo quatro dedos acima do joelho. Nada de mini-blusas. Mulheres não podiam usar shorts, mas podiam usar bermuda no joelho. Meninos também podiam assistir as aulas com bermudas no joelho. Nada de camiseta regata nem de desfilar sem camisa. No caso da faculdade, não era proibido ouso de maquiagem ou joias e bijuterias. O linguajar também era fiscalizado, sob pena de advertencia e tal. Nada de palavras de baixo calão.
Fora isso, também não era permitido o uso de álcool, cigarro… nem de som (música) não autorizada.
Me lembro que, num período, perdi muito peso. Estava com 51 kg – quando o normal era 55. Um dia, vesti uma saia jeans e uma blusinha. Como sempre, o jeans, ao sair do varal, fica mais justo e depois laceia um pouco. Foi o que aconteceu com a saia que ficou caindo. Eu puxava toda hora mas não adiantava. Uns dois ou três dedos da minha barriga/cintura apareciam enquanto andava. Um dos diretores viu e pediu que uma secretária viesse falar comigo. No final da tarde, educadamente ela me chamou e disse: “Olha, eu sei que você sempre se veste adequadamente, mas me pediram para falar com você para tomar um pouco de cuidado com alguns tipos de blusa que às vezes, sem querer, acabam mostrando a barriga. Não é por nada não, mas um dos diretores viu e me pediu para conversar com você. Você é muito bonita e isso também pode gerar comentários, você sabe. Até porque você ocupa uma função importante como assistente do coordenador do Curso de Comunicação.” Eu pedi desculpas e expliquei que foi sem querer, que foi pelo fato de ter perdido peso e que quando me vesti estava tudo ok, mas no meio da tarde a saia ficou mais larga e caindo – o que não acontecia antes. Não me senti insultada nem nada. A moça foi muito educada. E veio falar comigo, ao invés de saírem falando mal de mim pelas costas. E minha função realmente exigia que eu desse exemplo.
Se a Geisy estudasse em uma instituição com regras definidas dessa maneira, jamais teria sofrido a humilhação que sofreu. Na condição de mulher, acho que posso dizer que ela é meio sem noção. Não sou nenhuma feia para que alguém diga que tenho é inveja do “corpão” dela. Pelo contrário. Quem me conhece sabe… (rs). Mas a faculdade em nada ajudou a garota nessa sua falta de “bom senso” com o vestuário.
Me lembrei agora de uma das aulas de comunicação, estudando os textos de Guy Debord sobre ideologia. Me lembro de alguns parágrafos esclarecedores sobre a moda, o feminismo e a onda de transformar a mulher em objeto sexual, objeto de desejo – sem o menor pudor. E isso estava sendo feito de tal forma que a mulherada imaginava que esta era se libertando da opressão e se fazendo livre para vestir o que quisesse, expor o seu corpo da maneira que bem entendesse, sem imaginar que na verdade estava era apenas se escravizando de outra maneira e consciensiosamente. E hoje, vemos garotas como a Geisy Arruda – escravas da “gostosura”, dessa coisa de “chamar a atenção dos homens”, de “mexer com o imaginário feminino”. E pior, achando que o vulgar é normal, rotineiro e pronto.
Na verdade, a ação coletiva foi realmente assustadora. Nem que a garota estivesse totalmente pelada isso poderia ter acontecido. Mas, de fato, se a Uniban não tinha regras explícitas sobre o tipo de vestuário adequado, não poderia, em momento algum, acusar a garota de ferir os bons costumes e a descência.
E eu fico pensando: por mais chatas que sejam as regras e normas, é para isso que elas servem. Para evitar o caos. Para permitir a convivência de forma pacífica.
Também fui aluna da Universidade Anhembi-Morumbi. Algumas garotas também vão às aulas com decotes no umbigo, com microshorts, microsaias jeans… e também já ouvi comentários sobre esse não ser o tipo de roupa adequado para uma sala de aula, que é falta de respeito e tal. Não posso deixar de concordar. Não vivemos mais no tempo da opressão exagerada, quando mulheres não podiam nem usar calça comprida. Mas o bom senso ainda é bem-vindo. O respeito também.
Aí eu lembro de algumas dicas que sempre vejo em programas sobre moda… como o Esquadrão da Moda no SBT. Outro dia a cantora Claudia indicou a cantora Stéfanie para o programa. Na hora de defender seu guarda-roupa cafona, ela vestiu uma calça jeans super apertada, partindo a região íntima ao meio, com um top e um colete curto. A Fiorentini perguntou que mensagem ela queria passar com aquela roupa, na balada:
Fiquem longe, me respeitem? Ou, Pode vir que a festa é aqui?
Não sei!!!” – Respondeu Stéphanie, com tom assustado e sincero.
Pobre garota. Ela realmente não sabia. Acho que esse também é o caso da Arruda.
Acho que tá na hora da televisão parar de mostrar mulher pelada e ensinar a gente a se vestir e passar uma imagem adequada. Como a Fiorentini sempre diz, a roupa passa uma imagem. Que imagem a gente quer passar? O que temos vestido? Assim como nosso linguajar é importante, o modo como tratamos as pessoas, a maquiagem, a profissão… a roupa também.
Tomara que a Geisy e todas nós possamos aprender algo bom com essa história toda. Intolerância, não. Bom senso, sim.
E mais. É importante ter cuidado com o que os modistas apregoam. Como no início do texto… só porque a Chanel acha chique o microvestido, não significa que ele não significa mais a intenção de se expor. Se a intenção não é se expor, nada de microvestido. Claro que ninguém precisa ficar cafona como algumas religiões exigem… proibindo até hoje o uso de calça e outras coisas que nada têm a ver com a “decência”. Chega de preconceito. Vamos estudar o tema, refletir e dar espaço à harmonia, beleza e respeito. – Claro, isso vale para quem quer respeito.
Qual o limite entre a sensualidade e a vulgaridade? (texto interessante)
Débora Carvalho de Oliveira | comentários(0)
14/07/2009 17:15 Jornalista - o bicho de sete cabeças e dez chifres Uma cabeça só não seria suficiente para o jornalista contemporâneo ser capaz de acompanhar as atuais exigências da profissão. Antigamente, as demandas eram distintas, segmentadas em áreas exclusivas. Alguém só para analisar e propor pautas. Outra pessoa só para apurar informações. O repórter nas ruas. O redator que escrevia com base nas informações do repórter e do apurador. O cara da diagramação. Revisor. Fotógrafo. Câmera. Editor de áudio. Editor de vídeo. Motorista. Operador de som. Locutor.
Hoje é diferente. O jornalista tem que saber o que aconteceu, o que acontece e o que vai acontecer ao seu redor e no mundo. Escrever em cinco linguagens diferentes: jornal impresso, revista, internet, rádio e televisão, com maestria. Texto impecável. Criatividade. Domínio das tecnologias para fazer o máximo de coisas sozinho.
Não existe mais pauteiro. Nem apurador. O repórter tem que entregar o texto final, impecável. Existe até vídeorepórter, que faz a matéria sozinho - com passagem e tudo - e edita o VT no notebook, no estacionamento do shopping onde parou para fazer um lanche – para chegar à redação com a matéria pronta para ir ao ar.
Além das exigências de múltiplas performances e habilidades, a estabilidade em carteira assinada também está em extinção. Vivemos em um novo mundo, onde o jornalista - além de multiuso - também precisa ser empreendedor.
Nesse cenário apocalíptico, o jornalista é um bicho de sete cabeças e dez chifres. Uma cabeça só não dá conta de tantas exigências. Quais você imagina que são? Minha sugestão é cultura, agilidade, proatividade, sensibilidade, tecnologia, empreendedorismo e humanidade.
1. Cultura
Além da popular, a erudita. História, atualidades, arte e costumes. Isso inclui conhecer bem o próprio idioma: estar entre os 28% da população com alfabetização plena. E mais. Na condição de comunicador, precisa ser capaz de falar com os 72% que não compreende bem o que lê. Nada de conversar com o próprio umbigo ou só com a elite e colegas de profissão.
2. Agilidade
Tudo é pra ontem nesse novo mundo. Vivemos na cultura do imediatismo. Então, é bom que os hábitos de vida do jornalista permitam que ele tenha um raciocínio muito veloz. Tem que digitar rápido, diagramar mais rápido ainda. Editar sem erros. Ir direto ao ponto. Não dá pra enrolar tempo na atividade e menos ainda enrolar o público com blá blá blá. O texto também precisa ter essas características, ser claro, objetivo, e de fácil leitura. Parágrafo que a gente precisa ler duas, três vezes para entender, só em artigos acadêmicos. Quando essa cabeça pega no sono a matéria não sai.
3. Proatividade
Degolar essa cabeça por achar que o beneficiado é sempre o próximo é a pior bobagem. Ser proativo, cheio de iniciativas e de bondade – com foco nos resultados e no bem-estar das pessoas – é a chave para aquela promoção. Ou demissão. O incrível é que ser demitido por um chefe incompetente e invejoso abre as portas para que você encontre seu espaço legítimo. É um favor que você recebe da vida, pois talvez não tenha coragem para pedir demissão.
4. Sensibilidade
Quando a sensibilidade fica com dor-de-cabeça é o fim. Pausa para férias. Sem sensibilidade, você fica com a percepção alterada. O texto fica péssimo, sem criatividade e sem nexo. Você não vai saber quando e com quem ser proativo. Vai deixar de fazer a pergunta mais importante. Talvez até publique uma barrigada sem apurar os dados – por falta de atenção. Não vai perceber as alfinetadas ou que está sendo capacho do colega, ou que você mesmo está agindo com grosseria ou arrogância. Sensibilidade é questão de sobrevivência.
5. Tecnologia
Conteúdo não é nada se ninguém tiver acesso. A tecnologia permite que os conteúdos cheguem às pessoas. O jornalista contemporâneo domina todas as novas tecnologias à medida que vão surgindo, e as aplica para facilitar a produção do seu trabalho.
6. Empreendedorismo
Pois é. Hoje, o jornalista sem espírito empreendedor, ou coragem para empreender, perde muito. O patronato não tem espaço para empregar todo mundo. E ainda existe a relação entre os empreendedores de grande porte com os empreendedores micro – uma empresa composta de eu e minhas sete cabeças. O jornalista empreendedor não tem rabo preso. E precisa aprender marketing e publicidade – para aplicar em si mesmo. É uma aventura que pode valer a pena para os que têm coragem.
7. Humanidade
Se ela tiver um AVC, você pode esquecer que seu compromisso profissional é com o público e não com o seu chefe. A sétima cabeça é a primeira que nasceu. Do tempo em que não existia tecnologia nem multifunções. É aquela que mostra que você não é super-homem, nem advogado, policial ou juiz. Ela é a ética, o caráter. É a verdade e o respeito acima de tudo. É o que te dá coragem de abandonar o emprego que paga mal e demitir o chefe sem escrúpulos. É a sua dignidade – que não tem preço. Ou tem?
É por esse trabalho todo que o jornalista é um bicho de sete cabeças.
E os dez chifres? – Tomara que você tenha nenhum.
*Débora Carvalho
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Débora Carvalho de Oliveira | comentários(0)
13/05/2009 20:19 Churrasco... O que é um Churrasco? (Escrito por uma mulher )
O churrasco é a única coisa que um homem sabe cozinhar, e quando um homem se propõe a realizá-lo, ocorre a seguinte cadeia de acontecimentos:
01 - A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário.
02 - A mulher prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa
03 - A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está deitado próximo à churrasqueira, bebendo uma cerveja.
04 - O homem coloca a carne no fogo.
05 - A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes...
06 - A mulher diz ao marido que a carne está queimando.
07 - O homem tira a carne do fogo.
08 - A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.
09 - Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.
10 - O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas......
DIREITO DE RESPOSTA (Escrito por um homem)
01 - Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Kaiser, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8 Kg que o açougueiro disse ser 'Ótima', pois não conseguiu empurrar para nenhum homem.
02 - Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara só para as mulheres comerem. Homem só come carne e toma cerveja.
03 - Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem come churrasco como tira-gosto e belisca com a mão, oras!.
04 - Colocar a carne no fogo??? Tá louca??? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora.
05 - Legumes??? Como eu já disse, só as mulheres comem isso num churrasco.
06 - Carne queimando??? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: 'Não gosto de carne sangrando'; 'Isto está muito cru'; 'tá viva??'. Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão.
07 - Pratos? Só se for para elas mesmas!
08 - Sobremesa? Só se for mais uma Skol.
09 - Lavar louça? Só usei meus dedos!!! (e limpei na bermuda).
Realmente, as mulheres nunca vão entender o que é um churrasco!!! Débora Carvalho de Oliveira | comentários(0)
22/01/2009 16:13 O DIA EM QUE A TERRA PAROU  No último domingo, assisti remake da ficção científica de 1961: "The Day the Earth Stood Still" - com Keanu Reeves no papel de Klaatu. Mais uma vez o ator renasce depois de adulto, como em Matrix. É muita meleca pra encarar. O Wagner não gostou muito da história. É meio bobinha, na verdade. Mas algumas das cenas e falas foram interessantes. Juro. A direção de O dia em que a terra parou é de Scott Derrickson, e a história é baseaca no conto de Harry Bates. Não assisti o filme anterior, então não tenho muito o que falar.
Mas desse remake, gostei do perfil dos cientistas. Especialmente da linda Jennifer Connelly, que já fez Diamante de Sangue. Não imaginamos astrobiólogos com o perfil de Helen Benson.
O modo como ela cuida do enteado é tocante. Mas o pirralho bem que merecia uns cascudos, pois não confia nela. Detalhe é que o pivete muda de idéia com a maior naturalidade: "Eu falei pra Helen que a gente tinha que te matar. Agora não quero mais." - Típico. Mas interessante.
Achei um tanto tosco o fato de ter aparecido um cara ET que vive na terra há 70 anos e que agora aprendeu a amar esse povo e quer morrer com eles. Depois não mostrou mais nada sobre esse senhor, que veio colher um relatório para mostrar se a humanidade iria "se tocar" e mudar o modo de vida.
Uma coisa que entriga é que tudo acontece nos Estados Unidos. Em todo filme de fim dos tempos, a coisa começa lá nos Estados Unidos. É assim em Independence Day, em Armagedon, em Sinais, em tudo. Talvez até no Apocalipse. Tudo bem, patriotismo, eles precisam ser as vítimas e os mocinhos. Mas é um detalhe que enche a paciência, né?
Quando Helen pergunta a Klaatu se ela se enganou, se ele é nosso amigo e ele responde: - Eu sou amigo da Terra - Ficou muito na cara que ele veio salvar a terra dos humanos. Aí, o resto do filme é só para mostrar como isso não vai acontecer.
Achei aquele robozinho muito nada a ver. A computação gráfica não ficou legal. O interessante é que "Ele só reage à violência".
Também foi muito melodramático o fato de Helen ser alguém com todo aquele poder de influência, e depois de tanta coisa destruída a secretária de Estado permitir que ela dialogue com o ET e tente convencê-lo a não destruir a raça humana. Regina Jackson (Kathy Bates) parecia mais uma barata tonta que não sabia o que fazer e o que não fazer. Tentando parecer durona e sem poder de influenciar o presidente - oposto de Helen. O raciocínio de Regina, que afirma que a civilização mais fraca sempre é escravizada ou extinta, e sua ação de tentar prender Klaatu é sem nexo, pois se os de fora são mais poderosos, de que adianta causar ainda mais destruição? Foi o resultado de terem capturado o "robô".
- Este planeta não é de vocês, e - Você responde por toda a raça humana?, foram frase marcantes. Realmente: quem é que disse que temos o direito de destruir o "nosso" planeta? E como alguém toma decisões cruciais em nome de "toda" a humanidade? - Tá aí um tema interessante para se pensar.
Fiquei refletindo sobre a idéia de que é quando estamos à beira do abismo que evoluímos. Isso me pareceu o resumo de muita coisa que já me aconteceu na vida... e em meio às cinzas das frustrações eu renasci... rs... Também gostei da forma como o velhinho amigo de Helen pediu que Klaatu permitissem os humanos viverem seu abismo, porque o planeta dele já tinha passado pelo seu. Gosto do senso de justiça.
Achei interessante, porém um pouco fraco o modo subjetivo de alusão à "Arca" . Só quem conhece a história bíblica de Noé e o dilúvio entendeu aquela parte e a alusão. Ainda mais quando a Secretária de Estado disse: Depois disso vem a enchente.
Nesse filme presenciei a prática da tendência de mídia em invadir as histórias. Tudo o que foi apresentado no MaxiMidia 2008 estava naquele filme: Mc Donald's, o Honda Civic... LG no notebook, e outros, de forma muito escancarada. Diferente de outros filmes.
No final, a terra pára. Klaatu vai embora, salva a vida de Helen e seu enteado, e tudo o que é mecânico pára de funcionar. Eu acho que o filme não podia ter terminado aí. Queria ver como as pessoas iriam encarar isso, saber se tudo parou apenas por alugns minutos... enfim... aí viria a ficção. Sei lá. Eu acho que o autor poderia ter explorado um pouco mais essa parte fictícia, até mesmo da convivência do ET com os humanos... e ter tido menos cenas de destruição e catástrofe. Acho que seria mais interessante.
Ficha técnica
Gênero: Drama, Ficção
Ano: 2008
País de origem: Estados Unidos
Distribuidora: Fox Filmes
Duração: 103 min.
Língua: Inglês
Diretor: Scott Derrickson
Elenco: Keanu Reeves, Jennifer Connelly, Kathy Bates Débora Carvalho de Oliveira | comentários(2)
22/01/2009 15:28 Shopping oferece comida à vontade por R$ 11,90
Comer é um dos grandes prazeres da vida. E não tem nada melhor do que comer fora no dia em que a gente precisou trabalhar até mais tarde e não tem nada pronto em casa. Poder usufruir o conforto da praça de alimentação de um Shopping é um prazer enorme.
Ontem à noite foi um dia desses. Depois de uma reunião que demorou mais do que o previsto, resolvemos passa no Shopping Campo Limpo – o mais próximo. Como era dia de promoção no cinema, os filmes já estavam esgotados e a fila atravessava a praça de alimentação.
Na procura por algo mais saudável e com fila menor do que Mc Donald’s, fomos ao Food’s. Um restaurante que resolveu oferecer comida à vontade por apenas R$ 11,90. As saladas coloridas do Buffet me atraíram. Aquele lugar já experimentou diversos formatos de comércio de comida. Buffet, à vontade, comida à quilo, rodízio de pizza e massas, depois pizza aos pedaços sem rodízio. Agora, comida à vontade, incluindo sobremesa, anunciado por uma fachada bem grande do lado de fora – a qual eu só vi quando estava saindo do local. (Pode?).
Enquanto cominha pepino, ervilhas frescas, alface americano, agrião, fritas e cuz-cuz, não pude deixar de observar os “pratos de pedreiro” que se sentavam à minha volta. Me lembro bem de uma família – um senhor, uma senhora e um garotinho – que se sentaram à minha esquerda. O prato do senhor estava cheio o suficiente para alimentar três adultos. E ele ainda pediu uma torre de cerveja.
À minha direita, alguns garotos na faixa dos 20 anos também se serviram dessa forma. Era comida que dava pra almoço, jantar e almoço no dia seguinte. Pelo menos do meu ponto de vista.
Não pude deixar de reparar o acúmulo de gordura abdominal, o sentar encurvado, a comida caindo da boca no momento da garfada.
Me lembrei de um outro restaurante que fui há algum tempo. O valor de um prato era 5 vezes mais caro do que o desse Buffet. O tamanho da porção era para passarinho, mas o sabor da comida era bem similar. Nada que justificasse cobrar tanto, a não ser o requinte do local.
E todo mundo ali era bem magrinho. Na ocasião, pensei que as pessoas pagavam tanto para comer tão pouco a fim de manter a forma.
Eu realmente gostei da comida à vontade. Me servi coerentemente. Se fosse à quilo talvez o prato tivesse custado entre 8 e 9 reais. Quase me levantei para apanhar mais uma porção de fritas, quando me lembrei que em outro local essa porção extra custaria mais 16 reais. Não é porque estou pagando pouco por comida à vontade que tenho que comer até explodir.
Então fui embora. E dormi pensando até quando o Food’s vai sobreviver cobrando tão pouco de clientes que comem tanto.
Débora Carvalho de Oliveira | comentários(0)
19/01/2009 11:32 A quinta serie é difícil? Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta
Resolvi me cadastrar no Yahoo respostas... e dediquei um tempo a assustar um aluno que vai para a quinta série em 2009 e está com medo. Fiquei surpresa quando ele escolheu a minha resposta como a melhor!
http://br.answers.yahoo.com/question/?qid=20090116074921AAS6UBu
De maneira nenhuma. Se você prestar atenção às aulas, fizer todas as tarefas de casa e inciar o hábito de leitura e interpretação de texto, vai tirar de letra. Além do mais, tudo o que aprender agora será reutilzado nas séries seguintes.
Por isso é muito importante que você resolva TODAS as suas dúvidas de TODAS as matérias, porque se não, sempre que for aprender algo na sexta série, vai ter que tirar dúvida do que não aprendeu na quinta, e assim sucessivamente. Além de precisar desse conteúdo para se dar bem nos próximos anos de estudo, também vai precisar desse conhecimento para o vestibular, o Enem, o curso técnico, o concurso público, a vaga de emprego. Então, é melhor estudar agora, enquanto não precisa trabalhar, do que "pirar" lá na frente, quando terá que estudar e trabalhar (se seus pais não são ricos).
Alguns conteúdos, como matemática, são equivocados e deveriam ser ensinados mais tarde para acompanhar o desenvolvimento do cérebro. Mas o MEC determinou assim, então, concentre-se no passo-a-passo de cada exercício e não tenha vergonha de exigir que o professor realmente tire suas dúvidas. Também vale virar o melhor amigo do CDF da turma. Tire vantagens. Faça boas amizades e valorize essa fase da sua vida.
Mas se a matemática for difícil agora, fique tranquilo. No colegial repete tudo de novo e você terá a oportunidade de aprender mais rápido, porque o seu cérebro já será capaz de ter o raciocínio abstrato (vizualiar o não está na sua frente e associar idéias em busca de respostas).
Mas acredite: a matéria mais importante dessa série, e de todas as outras, é a língua portuguesa. Por isso leia muito. Você precisa realmente entender o significado do que lê. Precisa entender a palavra (busque o dicionário, pergunte). Mas não é só isso. Tem que entender a frase inteira, direitinho, e ao invés de ler palavras após palavras para entender a frase, o desafio agora é ler frase após frase e entender o parágrafo inteiro. E mais ainda, parágrafo após parágrafo para entender o capítulo inteiro, e capítulo após capítulo para entender o livro inteiro. E depois disso, fazer um resumo do que você entendeu de todos os capítulos, parágrafos, frases e palavras.
Isso é muito importante para a sua vida, se deseja ter sucesso, pois vai te ajudar a entender melhor todas as outras matérias. A maioria das pessoas vai mal na prova porque não entende a pergunta (enunciado, questão), e por isso não sabe como resolver o exercício de matemática. Então, português é importante para a matemática, a química, a física, e todo o resto - afinal, é a lígua com a qual nos comunicamos.
Na faculdade, o seu desafio será ler livros e mais livros para entender alguma coisa da sua futura profissão, rs... e depois vai ter que formar uma opinião própria (só sua), sobre as idéias de cada autor.
No fim de tudo, vai chegar à conclusão de que o conhecimento é a coisa mais importante do mundo e a única que ninguém pode roubar de você. E o conhecimento pode fazer você conseguir todas as outras coisas que precisa para viver, inclusive dinheiro. Mas conhecimento não é tudo. Tem que ser colocado em prática para valer alguma coisa.
Boa sorte!!
2 dias atrás
Fonte(s):
www.debcaroli.blog-se.com.br
Débora Carvalho de Oliveira | comentários(0)
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